Novidades do livro

MEU PRIMEIRO LIVRO

Kapú e a menina que fui

Uma história sobre a memória, o amor e a possibilidade de voltar a viver.

Uma memória autobiográfica que começou como uma história sobre o meu cão, e acabou por ser muito mais do que isso.

Capa de Kapú e a menina que eu fui

ALÉM DE KAPÚ

Mais além do meu amor pelos animais.

Durante muito tempo pensei que estava a escrever sobre Kapú.

Com o passar das páginas percebi que, na verdade, também estava a escrever sobre a menina que fui, a mãe em que me tornei e a mulher que precisava de se reencontrar.

Este livro fala de abandono, de pobreza, de violência, de culpa, de medo, de padrões familiares que repetimos sem nos darmos conta, do perdão, do empreendedorismo, da maternidade, do luto e da identidade.

Mas, acima de tudo, fala de uma pergunta:

de uma pergunta:


O que fazemos com aquilo que nos feriu?

Kapú é quem abre a porta.

Depois de cruzá-la, cada leitor começa a percorrer seu próprio caminho.

Porque, não importa quais sejam as suas feridas, sempre existe a possibilidade de encontrar luz do outro lado.

🤍 Kapú e a menina que fui.

Ilustração: uma menina caminha em direção à luz no fim de um túnel, com o texto 'Às vezes, o caminho mais difícil é o que nos leva de volta para nós mesmos.'

O FIO INVISÍVEL

El perro que transformó mi forma de amar y de mirar el mundo

O Kapú chegou à minha vida quando eu também precisava ser encontrada.

Os seus problemas de saúde levaram-me a investigar, a perguntar, a conhecer especialistas e a compreender a incerteza que tantas famílias vivem quando não sabem como cuidar melhor.

Mas a sua influência foi muito mais profunda. O Kapú ensinou-me uma forma de amor que não exigia explicações nem resultados.

A sua presença aproximou-me do mundo animal, inspirou uma causa e acompanhou muitas das transformações que aparecem neste livro. Esta não é uma obra escrita para o idealizar.

É uma forma de reconhecer a profundidade de um vínculo que mudou a minha vida e continuou a acompanhar-me mesmo depois da sua ausência.

Eu achava que estava cuidando do Kapú. Com o tempo compreendi o quanto ele estava cuidando de mim.

Foto real de Aracely e Kapú
Foto real de Aracely e Kapú ou ilustração original autorizada

UMA MEMÓRIA AUTOBIOGRÁFICA

Uma história que começou com Kapú e acabou me levando de volta para mim

Kapú e a menina que fui é uma memória autobiográfica sobre infância, maternidade, empreendedorismo, vínculos, perdas e reconstrução. Não é apenas a história de uma mulher e um cão.

É a jornada de uma menina que teve que crescer rápido demais, uma mãe adolescente que aprendeu enquanto avançava, uma mulher que construiu sem saber como parar e uma pessoa que, depois de sustentar tudo por anos, começou a se perguntar como voltar a habitar a sua própria vida.

Kapú é o fio que conecta essas diferentes etapas. A sua presença abriu perguntas, despertou uma causa e transformou a minha maneira de compreender o amor, o cuidado e a família.

família.


Há histórias que se lêem. E há outras que nos encontram.

A ORIGEM

A história que eu precisava contar

A história que eu precisava contar

Este livro começou como uma forma de preservar a história de Kapú. Eu queria lembrar o que tínhamos vivido, o vínculo que construímos e tudo o que a presença dele havia transformado.

Mas, enquanto escrevia, começaram a surgir outras vozes. A menina que observava em silêncio.

A adolescente que se tornou mãe. A mulher que aprendeu a resolver as coisas antes de aprender a descansar.

A empresária que construiu, faliu, reergueu-se e continuou avançando mesmo quando seu corpo e sua vida lhe pediam para parar. Então compreendi que não podia contar a história de Kapú sem contar também a minha.

Escrever deixou de ser uma forma de lembrar unicamente quem ele tinha sido. Tornou-se uma maneira de compreender quem eu tinha sido.

Pensei que estava escrevendo sobre Kapú. Na verdade, ele estava me guiando de volta para mim.

O QUE HABITA NESTAS PÁGINAS

Uma vida contada a partir dos seus vínculos e transformações

A obra reúne diferentes partes da minha história que durante muito tempo pareceram não ter relação entre si. Estas páginas são apresentadas aqui como territórios de leitura, sem revelar o índice completo nem antecipar o percurso íntimo do livro.

A menina que aprendeu a observar

Uma infância marcada pela sensibilidade, pela responsabilidade precoce e por uma forma intensa de olhar o mundo.

Crescer antes do tempo

A maternidade adolescente, o aprendizado cotidiano e a construção de uma vida enquanto ainda tentava compreender quem eu era.

Construir e sustentar

O trabalho, o empreendedorismo, as empresas e o custo de se acostumar a resistir a tudo.

Kapú e o vínculo

O cão que chegou em um momento de escuridão, abriu uma nova forma de amar e inspirou uma causa que mudaria a minha vida.

Voltar a habitar a vida

As perdas, o esgotamento, a memória e a busca por uma existência que pudesse ser sentida novamente como sua.

ILUSTRAÇÕES

Uma história acompanhada por imagens que também recordam

Uma história acompanhada por imagens que também recordam

As ilustrações de Kapú e da menina que fui não buscam explicar literalmente cada capítulo. Elas acompanham emoções, cenas e momentos da jornada.

A aquarela, a luz, as paisagens e os elementos naturais constroem uma linguagem visual que dialoga com a memória e com a forma como uma experiência pode permanecer dentro de nós.

Cada imagem foi pensada para respeitar o tom íntimo da obra e acompanhar a leitura sem substituí-la.

Detalhe da web de capa de Kapú e a menina que fui

O HORIZONTE

Uma história que continua além da última página

Algumas histórias não terminam quando a última página chega. Continuam na forma como olhamos, escolhemos e voltamos a habitar a vida.

Kapú permanece na memória, no que foi aprendido e nesse horizonte interior que tornou possível continuar caminhando sem deixar de amar.

O infinito, neste livro, não é distância. É a forma que um vínculo encontra para continuar.

A lua continua a ser a mesma. Eu já não.

UMA DECISÃO EDITORIAL

Publicar sem perder a identidade da obra

Publicar sem perder a identidade da obra

Kapú e a menina que fui será publicado de forma independente. Esta decisão procura preservar a identidade, a verdade e a liberdade criativa do projeto.

A escrita, a edição, as ilustrações, a capa e cada parte de sua apresentação foram construídas como uma obra integral.

Publicar de forma independente também implica assumir novas responsabilidades: cuidar da qualidade editorial, coordenar a produção, preparar a distribuição e construir uma relação direta com quem quiser lê-lo.

Não escolhi este caminho porque fosse o mais simples. Escolhi-o porque precisava que o livro conservasse a sua voz.

Eu não queria publicar apenas um texto. Queria proteger a forma completa desta história.

IMPRENSA E ATIVIDADES EDITORIAIS

Conversas em torno do livro

Conversas em torno do livro

Para pedidos de imprensa, entrevistas, apresentações, sessões de autógrafos, clubes de leitura, atividades editoriais ou parcerias relacionadas com o livro, utilize o canal de contacto profissional.

UMA HISTÓRIA CONTADA COM A MINHA VOZ

O audiolivro será narrado por mim

O audiolivro será narrado por mim

Kapú y la niña que fui também terá uma versão em audiolivro narrada com a minha própria voz. Não será apenas uma leitura do texto.

Será outra maneira de compartilhar seus silêncios, suas emoções e os momentos que deram origem a esta história. Narrá-lo pessoalmente nasce do desejo de conservar a intimidade da obra e permitir que o leitor escute as palavras a partir da voz que as escreveu.

CONTINUEMOS CONECTADOS

Faça parte do começo desta história

Deixe-me o seu e-mail para avisá-lo assim que Kapú e a menina que fui estiver disponível para compra, junto com notícias sobre o audiolivro e os primeiros eventos. Não enviarei e-mails sem propósito nem compartilharei seus dados com terceiros.

AQUELES QUE CAMINHARAM COM ELA

Quem caminhou com ela

Olhares de pessoas que acompanharam minha história pessoal, profissional e criativa.

Diamela Eltit

“Aracely Cretier tem se destacado pela sua lucidez e compromisso com a empresa que lidera. Além do amor infinito pelos animais, gerou estratégias de muito sucesso para registrar seus negócios e, do meu ponto de vista, é um exemplo a ser seguido pela sua responsabilidade, eficiência e pela simpatia que demonstra e cultiva.”

Diamela Eltit

Escritora · Prêmio Nacional de Literatura

José Antonio Neme

“Aracely não é apenas uma grande amiga, uma grande mulher, uma grande empresária e empreendedora; no fundo, há uma alma empática que, por meio do amor aos animais, construiu um relato de carinho que conseguiu penetrar no coração de toda uma comunidade. Aracely nos convida a olhar ao nosso redor com amabilidade e conexão, transformando os animais de estimação no espelho de nossas causas, dores e alegrias. Um olhar profundo sobre a história de cada um de nós.”

José Antonio Neme

Jornalista

Alejandra Araya

“Conheci a Aracely no ambiente de trabalho, mas com o tempo fomos nos aproximando até nos tornarmos amigas. É uma mulher que admiro muito pela sua forma de ver a vida, pelo seu trabalho incansável e pelo tremendo amor aos animais que inspirou o nascimento do Club de Perros y Gatos.”

Alejandra Araya

Atriz

Ingrid Cruz

“Aracely Cretier é uma mulher batalhadora, guerreira e honesta. Conseguiu transmutar as suas histórias de vida em grandes conquistas. Reservada, inteligente, leal e trabalhadora. Conseguiu fazer com que o seu grande amor pelos animais se transformasse numa empresa brilhante, delicada, onde cada detalhe nasce da dedicação mais profunda. Admiro-a, amo-a e sei que este livro é apenas um vislumbre para que todos tenham a oportunidade de conhecê-la um pouco mais.”

Ingrid Cruz

Atriz

UMA HISTÓRIA PARA COMPARTILHAR

Talvez este livro também possa encontrar você

Talvez este livro também possa encontrar você

Escrevi Kapú e a menina que fui para compreender a minha própria história. Mas, enquanto o fazia, descobri que muitas das suas perguntas não pertenciam apenas a mim.

Que partes da nossa vida continuamos a carregar sem compreender? O que acontece quando deixamos de sobreviver e começamos a sentir?

Como continuamos depois de perder alguém que transformou a nossa forma de amar? Não sei o que cada leitor encontrará nestas páginas.

Só sei que esta história foi escrita com verdade. E que, às vezes, quando uma pessoa se atreve a olhar para a sua vida com honestidade, também pode abrir um espaço para que outros olhem para a sua.

Há histórias que se lêem. E há outras que nos encontram.